Marcos Almeida comprou em 2010 um apartamento no condomínio “Viver Ananindeua”, da construtora Inpar, em Ananindeua, mas as obras e foram entregues em 2012, um ano além do prazo prometido, mesmo com o imóvel já construído. “No fim ainda me cobraram juros e taxa de construção do período do atraso. Fui obrigado a pagar para poder receber as chaves”, informa.
Ele conta ter brigado cinco anos na Justiça. Recentemente, recebeu indenização determinando que a construtora devolvesse em dobro o que pagou indevidamente, mais o que gastou de aluguel durante o atraso na obra. “Sou advogado e já tive problemas com o setor imobiliário. Mesmo conhecendo a lei, pouco podemos fazer, pois somos reféns das construtoras e dos financiamentos imobiliários.
Já defendi inúmeras causas nessa área. Processei a construtora, a imobiliária e o condomínio. Ganhei contra todos. Peguei tudo o que paguei indevidamente em dobro, mais indenização”, conta. A reportagem tentou entrar em contato com os telefones fixos do escritório da Inpar em Belém, mas os números apenas chamaram.
(Diário do Pará)
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