A equipe da Chapecoense, que foi vítima de um desastre aéreo na madrugada desta terça-feira (29), havia solicitado uma aeronave para a Agência Nacional de Aviação (Anac) para fazer a viagem direta até Medellín, na Colômbia, mas teve o pedido negado. Sem o avião, o clube acabou fazendo o voo com conexão em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, de onde partiu o avião que caiu, matando pelo menos 76 pessoas.
Em nota, a Anac afirmou que o pedido foi negado por questões legais, “com base no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBAer) e na Convenção de Chicago, que trata dos acordos de serviços aéreos entre os países. O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia (da aeronave que caiu), não prevê operações como a solicitada”.
O avião com a delegação do Chapecoense e jornalistas decolou do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, por volta das 15h de segunda-feira (28), fazendo conexão em Santa Cruz de la Sierra por volta das 00h de hoje. A aeronave caiu próximo à Medellín por volta das 1h.
O clube viajava ao local para disputar a primeira partida da final da Copa Sul-Americana contra o colombiano Atlético Nacional, no que seria a disputa do título mais importante da história do clube.
(Com informações do MSN)
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