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Você tem exercitado seu cérebro?

Você já deve estar cansado de ouvir sobre a importância da prática de exercícios físicos e seus benefícios para a saúde do corpo... Mas e o cérebro? Tem exercitado também? O órgão coordena todas as nossas funções e precisa se manter ativo para ter um b

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Você já deve estar cansado de ouvir sobre a importância da prática de exercícios físicos e seus benefícios para a saúde do corpo... Mas e o cérebro? Tem exercitado também?

O órgão coordena todas as nossas funções e precisa se manter ativo para ter um bom funcionamento, durante toda a vida.
Ao longo do tempo, é natural a memória começar a apresentar falhas. O problema é quando esses esquecimentos se tornam frequentes e são motivados por uma doença muito comum nos dias de hoje: o Alzheimer.
Atualmente estima-se haver cerca de 35,5 milhões de pessoas com demência no mundo. Este número praticamente irá dobrar a cada 20 anos, chegando a 65,7 milhões em 2030 e a 115,4 milhões em 2050 segundo dados fornecidos pelo Relatório de 2012 da Organização Mundial da Saúde (OMS) realizado juntamente com a associação Internacional de Doença de Alzheimer (ADI).
No Brasil, existem cerca de 22,9 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas sofrem do Mal de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).
"Infelizmente, a ciência ainda não descobriu a cura para esta doença, mas comprovou que estimular o cérebro pode retardar o surgimento dos sintomas em até 3 anos. Para manter a mente ativa na melhor idade, é importante praticar exercícios para o cérebro", explica Luciana Bastos, diretora do Supera
Ginástica para o Cérebro em Belém.
Práticas simples, desde a infância, ajudam na concentração, raciocínio lógico e muito mais (Foto: Divulgação)
Sem os efeitos colaterais de remédios, a prática é simples e desenvolve habilidades cognitivas como "concentração, raciocínio lógico e coordenação motora e memória, a primeira a ser afetada pela doença, que pode ser melhorada com a prática de exercícios cerebrais", explica Luciana.
Associada à Neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro em se modificar e criar novas conexões neuronais, a ginástica cerebral estimula o cérebro através dos exercícios mentais e das atividades práticas a trabalhar com mais agilidade.
Luciana explica que os exercícios são realizados com uma metodologia estruturada e exclusiva, desenvolvida por estudiosos brasileiros e internacionais.
O curso inclui jogos de tabuleiro, jogos virtuais desenvolvidos por neurocientistas, dinâmicas em grupo, prática de ábaco japonês e apostilas exclusivas com desafios lógicos, tudo para turbinar diversas regiões do cérebro. Os professores destas academias são capacitados para orientar os alunos no uso dos “equipamentos”, estimulando-os a pensar nos desafios propostos e a solucioná-los sozinhos.
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