A invasão da Ucrânia pela Rússia causou comoção mundial. Muitos se solidarizaram com o terror vivido pelos ucranianos e apelam para que a guerra tenha fim. Mas, essa semana, o confronto entre os dois países ganhou mais um capítulo preocupante.
De acordo com a Casa Branca, o presidente russo, Vladimir Putin, pediu à China o fornecimento de equipamentos militares para a guerra que já completa seu 19º dia na Ucrânia. Ainda segundo informações, a Rússia também pediu que o país chinês ajudasse com assistência econômica de seu país.
Desde o início da guerra, a Rússia vem sofrendo com diversas sanções impostas pelos Estados Unidos e demais países. Determinadas a manter em sigilo os meios de coleta das informações sobre os pedidos russos, as autoridades americanas se negaram a detalhar o modelo de armamento militar procurado por Moscou.
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Nas últimas semanas, a China vem sendo monitorada de perto por autoridades americanas quanto a qualquer menção de cumprimento aos pedidos da Rússia. Em reunião prevista para esta segunda- feira (14) entre o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, com o principal diplomata da China, Yang Jiechi, na Itália, o representante americano tem como intuito alertar Jiechi sobre qualquer menção de apoio à Rússia ou ataque à Ucrânia e demais países parceiros.
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