O game “Call of Duty: Black Ops”, produzido nos Estados Unidos e divulgado na terça-feira (9), recebeu críticas por parte do governo cubano por permitir assassinar o ex-presidente e líder da Revolução Cubana Fidel Castro.
O site "Cubadebate" publicou um artigo intitulado “Nova operação contra Cuba: EUA lançam jogo cujo objetivo é assassinar Fidel” em que acusa o governo dos Estados Unidos de tentar conseguir virtualmente o que não alcançou em mais de 50 anos.
De acordo com o site, o game da empresa Activision obriga o jogador a lidar com armas e veículos de guerra para realizar operações militares em “território inimigo”, como Cuba.
A primeira operação que “Call of Duty: Black Ops” oferece é o assassinato de Fidel. Esta operação virtual na ilha caribenha é desenvolvida antes da crise dos mísseis de 1962, quando John F. Kennedy era o chefe da Casa Branca. (Eband)
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