As ações da General Motors estão sob pressão desde a última quinta-feira (13), quando 1,6 milhão de veículos foram chamados para a revisão.
Em um primeiro momento, foi dito que os modelos afetados foram vendidos entre 2003 e 2007, mas nesta quinta, descobriu-se que o problema é anterior.
A investigação iniciada pelo promotor nova-iorquino Preet Bharara pretende determinar se a GM é responsável pelas mortes atribuídas ao problema do sistema arranque. Em paralelo, o Congresso dos EUA está disposto a realizar uma audiência para questionar os responsáveis. Por sua vez, a GM qualifica de pura especulação, as conclusões feitas no caso dos acidentes por falhas nos airbags.
(DOL)
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