Israel rejeitou formalmente, hoje (22), pedido de cessar-fogo humanitário, em Gaza, segundo declarações do coordenador israelense nos territórios ocupados, Yoav Mordechai. Nesta manhã, Israel continuou as ofensivas contra o Hamas e atacou mais de 70 alvos palestinos, matando seis pessoas (dentre elas uma mulher grávida e uma criança).
A recusa israelense ocorre em meio a pressões internacionais pelo fim das hostilidades na Faixa de Gaza, inclusive com o encontro entre o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, e o chefe da diplomacia norte americana, John Kerry, no Egito, nesta terça-feira, para buscar uma cessar fogo entre Israel e os grupos palestinos.
O conflito entra na terceira semana e já deixou um saldo de 589 palestinos mortos e mais de 3.600 feridos. Do lado de Israel, 27 soldados e 02 civis foram mortos. Há, ainda, informações de que um soldado israelense estaria desaparecido e pode ter sido capturado por grupos palestinos.
A operação “Margem protetora” foi lançada pelas Forças Armadas Israelenses no dia 08 de julho com uma operação aérea. No dia 17 de julho, Israel iniciou uma ofensiva terrestre para neutralizar as ações do grupo islâmico Hamas, na Faixa de Gaza.
A extensão dos ataques de Israel causa revolta e surgem apelos, em diversos países, pelo fim do conflito. Neste final de semana, passeatas na França, na Bélgica e no Chile pediam a proteção do povo palestino. As manifestações acabaram com sinais de antissemitismo e atitudes de ódio aos judeus.
(DOL com informações Agência Brasil)
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