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Produtos começam a faltar nas farmácias de Belém

Muitas farmácias de Belém já estão sem máscaras médicas descartáveis e álcool em gel, ou os produtos começam a faltar. O Diário do Pará percorreu alguns estabelecimentos na manhã da última sexta-feira (28) e em todas foi identificada a ausência de um ou a

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Imagem ilustrativa da notícia Produtos começam a faltar nas farmácias de Belém camera IRENE ALMEIDA/DIÁRIO DO PARÁ

Muitas farmácias de Belém já estão sem máscaras médicas descartáveis e álcool em gel, ou os produtos começam a faltar. O Diário do Pará percorreu alguns estabelecimentos na manhã da última sexta-feira (28) e em todas foi identificada a ausência de um ou até mesmo dos dois produtos juntos.

O produto que mais estava em falta era o álcool em gel. Apesar disso, foi possível encontrar em alguns pontos os frascos do produto, como na Drogasil da avenida Almirante Barroso com a avenida Júlio Cesar, com o frasco de tamanho médio vendido entre R$ 10 e R$ 20. Quanto à reposição do estoque de máscaras, foi informado que não havia prazo para que novos produtos chegassem à loja.

Na avenida Duque de Caxias, nas diversas farmácias havia várias prateleiras vazias. Na Extrafarma localizada na avenida não tinham máscaras descartáveis disponíveis para a venda e os dois únicos frascos pequenos de álcool em gel foram rapidamente vendidos enquanto a equipe do DIÁRIO estava no local falando com a gerência do estabelecimento.

Próximo de lá, as drogarias Maxi Popular e Pague Menos não tinham nem máscaras e muito menos álcool em gel. Os vendedores da Maxi Popular afirmaram que um novo estoque de álcool em gel havia sido colocado à venda ainda na manhã de ontem. A promessa é de que novos estoques chegassem ao longo do dia.

Na FarmaLíder, localizada na travessa Humaitá, ainda havia caixas, com 50 unidades de máscaras descartáveis, a venda por R$ 17,60. “O álcool em gel já acabou. Acabou muito rápido. As poucas máscaras a venda colocamos para ser vendido no caixa e daqui a pouco vai ser vendido tudo também”, disse uma das vendedoras.

Já no Formosa Farma, na rua Curuçá, eram vendidas caixas, com cem unidades de máscaras cada, por R$ 39,99 cada. Lá o estoque de álcool em gel já havia sido todo vendido. “Hoje mesmo colocaram um novo estoque de álcool em gel. Uma mulher veio e sozinha comprou tudo”, revelou um vendedor do estabelecimento.

Já em uma farmácia popular, localizada na rua Nova, no bairro da Pedreira, foi possível encontrar a venda tanto o frasco pequeno de álcool em gel, por cinco reais, quanto máscaras médicas descartáveis, vendidas por unidade. Mesmo assim, tem gente que não parece preocupada com a doença. Como o pedreiro Daniel Portilho da Silva, de 47 anos. “Eu não estou muito ligado nisso, não. Quando alguém fica gripado a gente manda comprar remédio e tudo certo”, afirmou.

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