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ALIMENTAÇÃO

Pescado está mais caro nos supermercados

O preço dos principais tipos de pescado comercializados nos supermercados de Belém teve alta expressiva em fevereiro, de acordo com pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA). As principais espé

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Imagem ilustrativa da notícia Pescado está mais caro nos supermercados camera Marcelo Camargo/Agência Brasil

O preço dos principais tipos de pescado comercializados nos supermercados de Belém teve alta expressiva em fevereiro, de acordo com pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA). As principais espécies podem ser encontradas para venda de forma inteira, sem cabeça, em postas e até em filés.

Entre os pescados comercializados inteiros, o maior reajuste foi verificado no quilo da pescada gó com alta de 15,72%, seguido da pescada amarela com 13,40%, e da gurijuba, que aumentou 1,02%. Alguns tipos apresentaram queda de preços, com destaque para a dourada, com recuo de 8,73%, seguido do camurim que ficou 5,47% mais barato.

Entre os pescados comercializados em postas nos supermercados, os maiores reajustes ocorreram no quilo da pescada amarela com alta de 10,58%, seguida da gurijuba (5,45%). Outros tipos de pescado também estão mais caros como é o caso do quilo do filhote, que está custando em média R$ 49,88. Alguns tipos de pescado apresentaram queda de preços. Um exemplo é a dourada, que teve diminuição de 9,70%. Já entre os tipos de pescados comercializados de forma filetada, o maior reajuste ocorreu no quilo do filé de pescada amarela com alta de 16,19%, seguida do filhote (13,37%) e do salmão (1,24%). Já o filé da dourada foi comercializado em média a R$ 33,84. O quilo da pescada amarela sem cabeça comercializada nos supermercados da capital teve alta de preço de 14,08%.

Em relação aos dois primeiros meses de 2020 (janeiro-fevereiro), o balanço do Dieese/PA mostra aumento de preços na maioria do pescado pesquisado. Os reajustes não foram uniformes, mas na maioria dos casos ultrapassaram os 10%. A Inflação calculada para o mesmo período gira em torno de 0,36% (INPC/IBGE). Entre os pescados comercializados inteiros, o maior reajuste verificado foi no quilo da pescada gó, com alta de 29,12%. Já o preço do camurim teve queda de 13,59%. Já entre os pescados comercializados em postas, o maior reajuste foi no preço do quilo da pescada amarela com alta de 22,38%, já a dourada teve queda de 2,79%.

Quanto aos pescados comercializados de forma filetada, o destaque maior em termos de reajuste ficou por conta do quilo do filé de filhote com alta de 24,367%. Já o quilo da pescada amarela sem cabeça teve alta de 20,52%.

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