A Secretaria de Saúde do Pará (Sespa) explicou que as unidades básicas de saúde (UBS) são os primeiros lugares que se deve procurar caso tenha algum sintoma do novo coronavírus e pede que sejam evitadas as procuras por emergências (como hospitais, prontos-socorros e UPAs), deixando-as livres para os casos mais graves, ou para aquelas pessoas pertencentes aos grupos de risco, que são os idosos a partir de 60 anos e os portadores de doenças crônicas graves e imunodeprimidos, como pacientes que passam por quimioterapia, hipertensos e outras doenças do coração e diabéticos.
Titular da Sespa, Alberto Beltrame orienta à população que continue adotando as recomendações de evitar aglomerações, reforçando a higiene pessoal e a ventilação das casas. “Aqueles que tiverem sinais mais brandos podem ficar em casa ou procurar uma Unidade Básica de Saúde. Para aqueles com sinais mais graves, este é o momento de buscar atendimento especializado em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) ou atendimento hospitalar de urgência”, enfatiza.
Segundo a Sespa, as unidades básicas estão capacitadas para fazer o atendimento de todas as pessoas para prestar orientações, tratar e coletar amostras para esclarecimento e diagnóstico, sendo caso suspeito ou não de coronavírus. Os casos leves e moderados serão acompanhados pelas unidades básicas por meio das equipes de saúde da família.
Os sinais e sintomas do coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. No entanto, o coronavírus (SARS-CoV-2) ainda precisa de mais estudos e investigações para caracterizar melhor os sinais e sintomas da doença.
SINTOMAS
Os principais sintomas conhecidos até o momento são: febre, tosse, dificuldade para respirar. Nos casos leves e moderados de coronavírus, a infecção apresenta manifestações clínicas parecidas com as de outros vírus. Dessa forma, nesses casos de novo coronavírus é indicado repouso, hidratação (ingestão de bastante água e líquidos) e medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso.
Pacientes que tenham seu quadro agravado, o médico avaliará se há necessidade de internação hospitalar ou não. O diagnóstico é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou coleta de secreções da boca e nariz). O procedimento deve ser realizado para todos os casos suspeitos que atendam aos critérios determinados pelo Ministério da Saúde.
“É importante dizer que o momento em que se confirmar um caso aqui não é motivo para pânico, alarde ou mudança nos planos que já definimos até aqui. Até hoje, no Brasil, a maioria dos casos é tratado em isolamento domiciliar e pode ser acompanhado por profissionais de saúde da família”, reforça Beltrame.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar