Um grupo de profissionais de saúde protesta na frente do Pronto Socorro Municipal do Guamá, Humbero Maradei Pereira, na manhã desta quarta-feira (23), contra demissões e fim de contratos de trabalhos. O ato é contra a Prefeitura de Belém.
Com carro som e cartazes, eles se dirigem à administração municipal lembrando que a pandemia continua e que em meio a isso 77 profissionais foram tirados pela gestão atual.

"Ontem éramos heróis. Hoje estamos demitidos", diz um dos cartazes. Em outras manifestações, as letras afirmam: "Com covid não se brinca". "Prorrogação do contrato, já!".
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"A nossa luta se remete a prorrogação dos nosso contratos. A situação ainda está em vigor, a covid ainda está ai, está matando e infelizmente a prefeitura, o Zenaldo, simplesmente tirou 77 profissionais do PSM do Guamá e mais funcionários nas Upas, no Dom Zico e Pronto Socorro da 14 de Março", disse o enfermeiro Carlos Villermando, um dos manifestantes.
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Ele ainda reforça que o caos pode se instalar na cidade a partir do dia 1º de janeiro de 2021 se nada for feito.
"A nossa saída vai interferir diretamente na rotina do hospital, como vai ficar o hospital? De fato vai comprometer a estrutura de atendimento e acolhimento no Pronto Socorro do Guamá, alertou.
Segundo Moisés Ferreira, uma comissão já foi recebida pela comissão de transição do prefeito eleito Edmilson Rodrigues que passou interesse pela permanência, mas que tudo depende do prefeito atual.
As informações foram colhidas pelos repórteres Toni Gonçalves da Rádio Clube do Pará e Sancha Luna, da RBATV, que compõem a Redação Integrada do Grupo RBA.
A respeito do manifesto dos profissionais da saúde, o DOL solicitou nota à prefeitura de Belém e aguarda um posicionamento sobre o distrato e fim dos contrato dos 77 profissionais citados na reportagem.
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