No último dia 23, em Parauapebas, sudeste paraense, dois empresários e um advogado foram presos durante uma operação da Polícia Civil que investiga o chamado “Book rosa”, prática de prostituição onde o cliente escolhe uma garota de programa através de um catálogo agenciado por criminosos considerados os cafetões do século 21.
Na continuação das investigações, a PC divulgou, através das redes sociais, fotos de um dos procurados considerados foragidos. Nos comentários, uma surpresa desconcertou os próprios agentes: o próprio foragido comentou na publicação. No post, uma internauta pediu que a PC liberasse o compartilhamento público da publicação.

Fabrício Luan, que é suspeito de cometer crimes de estupro de vulnerável, prostituição de adolescentes, tirar proveito da prostituição alheia e impedimento de adolescente de sair da prostituição, respondeu logo em seguida: “pra que? pra acabar com minha imagem com acusações falsa! (sic) Amiga isso vai ser provado…”
Após a repercussão, o perfil da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) no Facebook respondeu ironicamente, para a surpresa de mais pessoas. ““oi sumido!!! tudo bem? passa aqui na delegacia para explicar para gente direitinho 🙂 inté”. A sequência do diálogo foi removida posteriormente.”
Veja:
Já estão presos os empresários Mauro de Souza Davi, o Marola, e Eduardo Liebert Araújo dos Santos e o advogado Antônio Araújo Oliveira, o Toni.
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