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INVESTIGAÇÃO

Produtor de eventos denunciado após aplicar golpes em Belém

Suposto profissional da área é suspeito de cometer estelionato contra mais de 50 vítimas do Pará e de outros estados

quarta-feira, 13/10/2021, 22:39 - Atualizado em 13/10/2021, 22:38 - Autor: DOL


Caso é investigado pela DIOE da Polícia Civil
Caso é investigado pela DIOE da Polícia Civil | Free-Photos/Pixabay

Na busca pelo reconhecimento do público e de garantir a atenção de potenciais consumidores, se destacar em meio ao mar da competitividade é fator determinante. Com a modernidade, as mais variadas técnicas para possibilitar isso estão à disposição, bem como de profissionais que garantem tornar esses anseios realidade. Infelizmente, não foi o que aconteceu para inúmeras vítimas que viram seus esforços ruírem depois de caírem nas mãos de quem queria apenas fazer o mal.

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Um suposto produtor de eventos é apontado como suspeito de cometer estelionato contra mais de 50 vítimas do Pará e de outros estados. O homem está sendo investigado depois de ter feito a promessa de promover eventos e impulsionar trabalhos de inúmeros profissionais.

Investigações feitas pela polícia mostram que a metodologia do golpe do suposto produtor consistia em oferecer, por meio de um perfil nas redes sociais, a realização de eventos por um preço “modesto”. O denunciado era procurado pelas vítimas, que estavam interessadas em seu serviço, e entre eles eram alinhados os detalhes para a divulgação. Em dois casos relatados, as vítimas chegaram a pagar mais de R$ 2,5 mil para serem encaixadas no “método publicitário” oferecido pelo denunciado.

Prometeu e sumiu

No caso mais recente, em julho desse ano, a vítima relata que procurou o produtor para ter sua empresa incluída e promovida no evento “Melhores do Ano”, que seria realizado pelo suspeito na ilha do Combu. Com a promessa de que o faria, o suspeito recebeu três pagamentos no dia 20 daquele mês: um em seu nome por transferência e o segundo em mãos; o terceiro também foi feito por transferência, mas no nome de uma outra pessoa, apontada como suposto cúmplice. Os pagamentos foram feitos como parte de um pacote de divulgação, mas o evento nunca foi realizado e o valor não foi devolvido.

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O caso é investigado pela Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação e Operações Especiais (DIOE).

Fique ligado! Confira a reportagem completa e saiba todos os detalhes sobre o caso no BORA CIDADE desta quinta-feira (14), às 12h, na sua RBA TV.

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