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INVESTIGAÇÃO

Morte de juíza: promotor é nomeado para investigar o caso

Promotor de Justiça foi designado oficialmente, por meio da portaria nº 2501/2022, para acompanhar o inquérito policial

terça-feira, 17/05/2022, 21:08 - Atualizado em 17/05/2022, 22:48 - Autor: Com informações do blog Espaço Aberto

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Crime aconteceu nesta terça-feira (17); investigações são feitas
Crime aconteceu nesta terça-feira (17); investigações são feitas | Sancha Luna/RBA TV

Um condomínio em uma área nobre de Belém virou cena de crime com a morte da juíza Monica Maria Andrade Figueiredo, nesta terça-feira (17), e intriga a população belenense diante dos mistérios que o rodeiam. Um deles aponta contradições e comportamentos que podem indicar envolvimento do companheiro na morte da vítima, o também juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior.

Todas as autoridades foram mobilizadas para o caso, em especial o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), que anunciou no final da tarde de hoje que designou para acompanhar o inquérito policial instaurado o promotor de Justiça Luiz Márcio Cypriano.

O 2º promotor de Justiça está integrado na Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial de Belém (PJCEAP) e foi designado pelo procurador-geral de Justiça, Cesar Mattar Jr, por meio da portaria nº 2501/2022.

Entenda o caso

Monica foi encontrada morta dentro do carro do companheiro. Até o momento, a morte dela está sendo encarada como suicídio. Após encontrá-la no interior o veículo, o juiz João Augusto levou o corpo da esposa até a Divisão de Homicídios (DH), no bairro de São Brás, afirmando que a encontrou já sem vida e ela havia cometido suicídio. Veja aqui o relato completo.

Após o boletim de ocorrência registrado, uma vistoria foi realizada na casa do marido. Ele teve os cômodos vistoriados, assim como a vaga da garagem onde o veículo em questão teria ficado. No final dessa tarde, foi constatado pela polícia, então, que durante o registro do BO, o juiz havia passado outro endereço de onde o crime ocorreu.

Por esse motivo, novos desdobramentos foram apresentados. Além, claro, de ter levado o corpo da vítima, no próprio carro, à polícia, contrariando todas as orientações de preservar o local da morte para não atrapalhar o trabalho da perícia. O carro do juiz, por exemplo, não pode ser periciado.

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