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MP valida prisão preventiva de professor acusado de estupro

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) considera os fatos como fortes indícios da autoria do crime e validou a prisão preventiva. O estupro de um menino de 14 anos teria ocorrido em uma escola de idiomas, em Castanhal, na terça-feira (11).

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Imagem ilustrativa da notícia MP valida prisão preventiva de professor acusado de estupro camera A manifestação do Ministério Público se deu com base nas provas testemunhais. | Divulgação

O Ministério Público do Estado do Pará, por meio da Promotora de Justiça Maria José Vieira de Carvalho Cunha, se manifestou pela homologação do flagrante e pela conversão da prisão preventiva do professor de inglês acusado de abusar sexualmente de um aluno, no município de Castanhal.

O caso ocorreu na noite desta terça-feira, 11 de outubro. De acordo com o depoimento do estudante, um adolescente de 14 anos, o crime ocorreu em uma escola de idiomas onde ele havia tido aula. Segundo o relato, o professor o trancou em uma sala, impedindo que ele saísse ou pedisse ajuda, e, usando da força, cometeu o abuso.

Após o crime, o jovem contou sobre o ocorrido para a mãe, que foi até a Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEACA) para fazer a denúncia de abuso sexual contra o seu filho. O adolescente foi ouvido pelo método “Escuta Especializada”, conforme a lei 13.431/2017. Foram ouvidos também as testemunhas e o professor.

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Com base nos depoimentos, ficou evidente que o acusado cometeu o crime de estupro de vulnerável, tipificado no art. 217-A do Código Penal Brasileiro, tendo sido preso em flagrante por cometer a prática do delito.

A manifestação do Ministério Público se deu com base nas provas testemunhais. O órgão considera os fatos como fortes indícios da autoria do crime, portanto, torna válida a decretação da prisão preventiva para garantir a ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal, pelo fato das medidas alternativas serem insuficientes no caso, punido com reclusão com pena superior a 4 anos.

O Tribunal de Justiça da 2ª Vara Criminal de Castanhal acatou o parecer do Ministério Público e manteve o decreto de prisão preventiva contra o acusado. O professor foi levado para uma unidade prisional de Castanhal e está à disposição da Justiça. O caso segue sendo apurado sob sigilo por meio da DEACA de Castanhal.

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