Entre os dias esta quarta-feira (6) e o próximo sábado (9), Belém se torna palco de um movimento que ultrapassa os limites da sala de aula e transforma o ambiente acadêmico em território vivo de trocas e experiências. Em um cenário onde universidade e comunidade caminham lado a lado, o diálogo sobre corpo, cultura e território ganha centralidade, reunindo vozes diversas em torno de saberes que emergem da Amazônia Paraense.
É nesse contexto que a Universidade do Estado do Pará (Uepa) realiza a terceira edição do Festival Toró com a proposta de aproximar o ambiente acadêmico das realidades vividas nas periferias. Com o tema "Corpo, Cultura e Território na/da Amazônia Paraense: saberes, arte e periferias em confluências", o evento aposta na integração entre estudantes universitários, especialmente do curso de Educação Física, e jovens das redes públicas municipal e estadual.
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A iniciativa reforça o papel da extensão universitária como ferramenta de transformação social, promovendo a troca de experiências e valorizando conhecimentos que nascem fora dos muros institucionais.
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PROGRAMAÇÃO OCUPA CAMPUS E ESCOLA PÚBLICA
As atividades acontecem no Campus III da Uepa, localizado em Belém, com parte da programação sendo desenvolvida em parceria com a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Feliz Lusitânia, no distrito de Icoaraci.
A escolha dos espaços reforça o compromisso do festival com os territórios onde a educação pública se materializa, ampliando o alcance das ações e fortalecendo vínculos entre universidade e comunidade.
INSCRIÇÕES ABERTAS E PARTICIPAÇÃO AMPLIADA
Interessados em participar do III Festival Toró podem realizar inscrição por meio do site oficial do evento. A expectativa é reunir estudantes, professores e integrantes da comunidade em uma programação que articula arte, cultura e reflexão crítica sobre a realidade amazônica.
SABERES QUE NASCEM DO TERRITÓRIO
Mais do que um evento acadêmico, o Festival Toró se afirma como um espaço de valorização das múltiplas identidades e vivências da Amazônia Paraense. Ao promover encontros entre diferentes sujeitos e experiências, a iniciativa reafirma a potência do conhecimento construído coletivamente, especialmente aquele que emerge das periferias e dos territórios historicamente invisibilizados.
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