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Belém confirma caso de sarampo

Um rapaz de 19 anos, morador do bairro do Guamá, em Belém, é o primeiro caso confirmado de sarampo no Brasil nos últimos dez anos. A confirmação da doença, feita pelo Hospital Barros Barreto, deve fazer com que o país perca o certificado de erradicação

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Caso deve fazer o país perder o certificado de erradicação

Um rapaz de 19 anos, morador do bairro do Guamá, em Belém, é o primeiro caso confirmado de sarampo no Brasil nos últimos dez anos. A confirmação da doença, feita pelo Hospital Barros Barreto, deve fazer com que o país perca o certificado de erradicação do vírus que iria receber no final do mês, após dez anos de controle. Dois irmãos dele também apresentaram os sintomas da doença, mas a Secretaria de Estado de Saúde descarta um surto.

No dia 28 de julho, a coordenação de vigilância epidemiológica da Sespa foi notificada da ocorrência de um caso suspeito da doença em um paciente internado no Hospital Barros Barreto.

Após investigação do caso pela Sespa e Sesma, identificou-se que os sinais e sintomas do caso notificado começaram no dia 06 de julho. Dois irmãos também apresentaram quadro compatível com a mesma doença, mas os casos ainda não foram confirmados e estão em investigação.

A infectologista e diretora do Hospital Barros Barreto, Helena Brígido, confirmou que a mãe disse não ter vacinado nenhum dos filhos, de 19, 24 e 26 anos. Helena diz que o preocupante é que devem existir mais casos, já que ocorreu a contaminação. “O problema é que algumas pessoas apresentam o vírus, podem transmitir, mas podem eliminar a doença sem apresentar sintomas”, reiterou.

SEM RISCO DE SURTO

Segundo Ana Helfer, coordenadora de Vigilância em Saúde da Sespa, não existe riscos de surto por causa das ações tomadas. Helfer disse que já foi feito o bloqueio vacinal, em que foram vacinadas 216 pessoas de modo seletivo nas faixas etárias recomendadas (6 meses em diante) em pessoas residentes próximas ao paciente.

Ela disse ainda que não há necessidade de vacinação em massa, devido o período de transmissão já ter passado. Esse período se inicia, em média, de 3 a 4 dias antes do inicio dos primeiros sintomas e se prolonga, em média, até 10 dias.

Mesmo assim, Helfer diz que todos que ainda não se vacinaram contra o sarampo que compareçam a qualquer Unidade Pública de Saúde mais próxima para tomar a vacina. Crianças a partir de um ano recebem a tríplice viral até 12 anos e a dupla viral é para pessoas acima de 12 até 39 anos.

ÚLTIMO CASO

O último caso de transmissão autóctone (para residentes no país) foi registrado no Mato Grosso do Sul, em novembro de 2000. Entre 2001 e 2005, foram registrados nove casos de sarampo, todos relacionados a viajantes que adquiriram a infecção em outros países. (Diário do Pará)

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