A drenagem ácida de minas, fenômeno que já é considerado pelos pesquisadores do mundo inteiro como o maior passivo da indústria de mineração, é hoje objeto de preocupação de toda grande empresa que atua no setor. Isso vale obrigatoriamente, também, para o Brasil e em particular para o Estado do Pará.
“Isso é obrigatório, até porque esta passa a ser uma condição para a empresa mineradora permanecer no mercado”, afirmou ontem, em Belém, o consultor em meio ambiente e mineração Adelino Guillen Taboada, considerado dentro e fora do Brasil uma das maiores autoridades na matéria.
Ex-diretor de meio ambiente, saúde e segurança da Rio Tinto no Brasil, Adelino Taboada foi um dos palestrantes do painel de encerramento do II Congresso de Mineração da Amazônia, aberto no Hangar Centro de Convenções, em Belém, na última terça-feira, e realizado paralelamente à Exposibram Amazônia 2010. Ele discorreu sobre os riscos ambientais no fechamento de minas, num painel que teve também como conferencista o professor Dirk Van Zyl, pesquisador da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá. Leia mais no Diário do Pará.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar