Belém tem muitas faces, histórias e tempos. Arraigada na vida de seus moradores, a cidade narra sua existência entre atos, coadjuvante de acontecimentos que perspassam em seus espaços, ruas e praças. E quem melhor para contar a verdadeira Belém se não aqueles que a percorrem diariamente? Pessoas anônimas que são as verdadeiras responsáveis por escrever o passado e ditar o futuro da cidade onde vivem.
“Belém, cidade abençoada/ Tuas manhãs ensolaradas/quanta beleza tem/Te amo Belém”. Os versos são parte de uma poesia composta pelo comerciante Helito Modesto, que há 36 anos trabalha no ponto turístico mais famoso da capital paraense, o Ver-o-Peso. Além de estar diariamente em um dos espaços de referência do município, ele tem uma trajetória semelhante a de muitos belenenses, marcada por trabalho, suor e dedicação.
Assim como milhares de habitantes, seu nascimento foi em outro município, Curuçá, no nordeste do Estado. Mas as oportunidades e atrativos de Belém fizeram com que ele viesse ainda jovem em busca de emprego. Sozinho, ou como prefere dizer “ao lado de Deus”, ele arranjou trabalho na antiga fábrica União, ainda na década de 70. Ao se casar com uma moça que trabalhava no comércio, ele adquiriu um espaço próprio e, com suor e trabalho cresceu na profissão. Leia mais no Diário do Pará
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