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Buracos atormentam população de Belém

Moradores da Travessa Nina Ribeiro e da Passagem Amaral, localizados nos bairros de São Brás e Marco, vivem dificuldade semelhante. Nas duas vias, o calçamento cedeu, causando dificuldades no trânsito e risco de acidentes. Morando há 50 anos em frente ao

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Moradores da Travessa Nina Ribeiro e da Passagem Amaral, localizados nos bairros de São Brás e Marco, vivem dificuldade semelhante. Nas duas vias, o calçamento cedeu, causando dificuldades no trânsito e risco de acidentes.

Morando há 50 anos em frente ao canal da Nina Ribeiro, o autônomo Antonio Arruda diz que a areia no fundo do canal não permite mais que a água escoe, por isso ele entope com facilidade e quando chove, transborda, o que faz a água danificar o calçamento nas laterais, que estão cedendo. “Queríamos que o canal fosse mais profundo e que melhorassem a pavimentação”.

A manicure Elizabeth de Jesus Fialho, que mora na outra margem do canal, mandou colocar um batente na porta da casa para impedir a entrada da água da chuva empoçada. “Além disso, como muita gente não respeita os dias da coleta, fica cheio de lixo ali e quando chove piora, ficamos à mercê de doenças”.

Na Passagem Amaral, entre a Lomas Valentina e a Enéas Pinheiro, o drama é semelhante. “A chuva ajudou o asfalto a ceder mais e abrir esse buraco enorme, mas a causa disso é o sistema de esgoto aí embaixo. Já tivemos outros dois buracos semelhantes aqui. Um deles a Cosanpa veio consertar, o outro nós mesmos reparamos”, alega a representante de vendas Cristiane Valino Lima, cuja casa fica bem em frente ao rombo no asfalto.

A mãe de Cristiane, a aposentada Eni Souza Lima, conta que o filho não tem água e ela acha que a razão é o cano quebrado de onde jorra água, dentro do buraco. “Ele mora no andar de cima e todo o dia tem que vir aqui conosco buscar água. Já ligou para a Cosanpa e pedem para ele aguardar”.

Cristiane frisou que deu entrada num protocolo de atendimento há dois dias, quando a Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa) pediu para aguardar a equipe que irá fazer o reparo. “Nós até colocamos esses pedaços de pau no buraco, para evitar o risco dos carros caírem aí, mas tem gente que tira para poder passar com o carro. Isso aí é um perigo”.

PLACA

Moradores como o comerciante Eduardo Bacelar também sofrem com a chuva. Na frente de sua casa, na Avenida Visconde de Souza Franco, esquina com a Rua 28 de setembro, um buraco que ocupa mais da metade da calçada teria sido aberto pela Cosanpa para a realização de um reparo. “Já tem quatro semanas que eles abriram esse buraco para conter um vazamento e até agora estamos esperando aqui, correndo risco”.

Cansado de esperar por soluções, Eduardo resolveu apelar ao Ministério Público para que providências sejam tomadas, colocando um lembrete em frente ao buraco para que o órgão interfira.

Os próprios moradores solicitaram à Cosanpa o conserto do cano. “Eles vieram, quebraram o cano de esgoto e foram embora dizendo que voltariam para terminar o serviço, mas não voltaram”. A água que ficou acumulada no local preocupa o comerciante, que ressalta que o buraco é um criadouro de dengue. O DIÁRIO tentou contato com a assessoria da Cosanpa, mas não obteve sucesso. (Diário do Pará)

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