A via crucis da família da aposentada Rosalina Malheiros Flexa para enterrá-la terminou ontem de manhã, quando o corpo foi sepultado no Cemitério do Tapanã. Rosalina morreu na última segunda, vítima de derrame cerebral, mas levou quase 48h para poder ser enterrada, tudo porque a administração do Cemitério alegou que não havia mais vagas para enterro na terça-feira, 8.
Segundo a administração do cemitério, a demora aconteceu porque não houve agendamento da funerária. (Diário do Pará)
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