Por várias razões os habitantes da ilha do Marajó, mais conhecidos como marajoaras, decidem deixar suas comunidades e migram para as grandes cidades de outras regiões do Pará, principalmente Belém. Professor e historiador da Universidade Federal do Pará (UFPA), Agenor Sarraf destaca que no cenário amazônico as populações locais, em momentos de necessidades específicas, fazem os “movimentos campo-cidade, floresta-cidade, cidade-capital”.
Confira a reportagem completa no Orgulho do Pará
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