Ao entrar na loja de brinquedos, os olhos da pequena Vitória Nunes, de 5 anos, não sabiam onde se fixar. Com tantas ofertas e atrativos ela segurava um de cada vez, vendo qual lhe agradava mais. A vontade era ter todos, mas que poderiam ser substituídos facilmente por um em especial. “Quero mesmo um notebook”, disse enfática.
Ontem, quase na véspera do dia das crianças, os pais de Vitória, Jackson e Rosângela Nunes, corriam para pesquisar o melhor preço dos produtos. Segundo eles, a meta era não ultrapassar R$150,00.
“É a nossa única filha, por isso tem essa vantagem, mas só compraremos depois de irmos a várias lojas”, afirmou ao transitar por um shopping na região central de Belém. Logo na abertura do estabelecimento, às 10h, já havia muitas famílias que procuravam conciliar sonhos e realidade.
A estratégia de comparar valores é uma boa opção aos consumidores, garante o Joy Colares, vice-presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belém (Sindlojas).
Com a recente alta do dólar, muitos brinquedos importados terão o preço reajustado, mas ainda podem ser encontrados pela quantia anterior. “Como esse estoque foi adquirido antes da crise financeira, algumas lojas ainda terão promoções especiais.
Mas no Natal o reajuste deve chegar a 15%. Por isso, quem puder antecipar as compras natalinas sairá ganhando”, explica. Leia mais no Diário do Pará.
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