Arquiteto, professor da Universidade Federal do Pará e coordenador executivo do Fórum Landi - organização formada por acadêmicos interessados na história da Amazônia no século XVIII e na conservação do legado arquitetônico e artístico de Antônio José Landi -, há anos Flávio Sidrim Nassar levanta a bandeira de colocar a capital paraense no rumo do turismo de patrimônio.
A ideia ganhou força em abril do ano passado, quando Belém sediou a II Reunião Internacional do Fórum Landi, que lançou a campanha “Belém de Landi – Patrimônio Mundial”. Admirador do patrimônio histórico paraense, Nassar é duro nas críticas contra as políticas culturais e diz que, mais que restaurar, é preciso revitalizar os prédios que contam a história de Belém.
Na entrevista cedida ao DIÁRIO, o arquiteto fala sobre os desdobramentos da campanha que destaca as obras arquitetônicas de Antônio Landi (como o Palácio dos Governadores, as Igrejas de Santana, São João, do Carmo e as fachadas da Catedral de Belém e do convento das Mercês), apostando que, após tentativas frustradas, com um novo projeto agora seja possível fazer de Belém uma cidade conhecida não só pelas mangueiras e a chuva da tarde, mas também pelo rico patrimônio histórico arquitetônico. Clique aqui e leia a entrevista no Diário do Pará.
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