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Museu de Arte Sacra, beleza que seduz e encanta

As buzinas dos carros lá foram anunciam: Você está no centro comercial de uma grande metrópole em pleno século XXI. O visitante, porém, nem se importa. São as pesadas portas de madeira a frente que o convidam para uma viagem há três séculos, a razão de se

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As buzinas dos carros lá foram anunciam: Você está no centro comercial de uma grande metrópole em pleno século XXI. O visitante, porém, nem se importa. São as pesadas portas de madeira a frente que o convidam para uma viagem há três séculos, a razão de seu total interesse. Por detrás delas, um universo cultural e religioso, o Museu de Arte Sacra, que desde setembro de 1998 encanta quem por ali passa e hoje tem registro encartado no DIÁRIO, pela Série Casarões Históricos.

Primeiro museu do gênero na Amazônia, o prédio ocupa dois dos monumentos mais importantes do centro histórico de Belém, a Igreja de Santo Alexandre e o Palácio Arquiepiscopal que juntos constituem o marco barroco na capital paraense. Beleza que seduz. “Não me canso de visitar o Museu de Arte Sacra. É um espaço que acolhe, que ensina e que emociona”, revela a aposentada cearense Amélia Santos que sempre que visita Belém, inclui o espaço no roteiro de passeios.

Fechada por mais de 50 anos, a Igreja de Santo Alexandre - obra jesuítica que data do século XVII – pertenceu a outro santo, São Francisco Xavier que por ser menos famoso entre os fiéis acabou perdendo espaço. “A mudança no nome aconteceu quando os Jesuítas receberam as relíquias de Santo Alexandre do Papa Urbano VII.e trouxeram para Belém”, explica a técnica da coordenação de educação do sistema integrado de museus, Márcia Pontes.

No acervo, estão disponíveis 350 peças entre pratarias, telas, objetos litúrgicos e arqueológicos, e claro, imaginários (como são chamadas as imagens de santos). “Um dos destaques são as Imagens em Roca, também chamadas Santos de Vestir. Eram confeccionadas para serem utilizadas durante as procissões e são verdadeiras obras de arte”, destaca Márcia apontando outra relíquia, uma imagem de Nossa Senhora do Leite, que por representar o a Mãe amamento o Menino Jesus, quase desapareceu durante a Idade Média. “Em todo o Brasil só existem duas. Ela ficou desaparecida da Igreja por muito tempo, reapareceu pela época da inauguração do Museu”, informa.

Um local para encontrar anjos e santos com feições amazônidas. “No período de catequização, os jesuítas utilizavam mão-de-obra indígena. A gente observa que os nossos anjos não lembram os europeus. São mais fortes. Os índios não tinham referência européia e isso enriqueceu nosso patrimônio”, explica a técnica do museu.

Casarões antigos
Valorizando o patrimônio histórico do Estado e divulgando as riquezas culturais locais, a série Casarões Históricos, homenageia os 396 anos de Belém e leva ao leitor um pouco da história arquitetônica da capital paraense. A série teve início no dia 8 de janeiro e termina na próxima terça-feira com um postal da Casa das Onze Janelas, completando 24 imagens no álbum. Amanhã, a imagem é do Cosmorama. Os registros são dos fotógrafos Daniel Pinto,

Ney Marcondes, Jaime Souza, Octavio Cardoso e Tarso Sarraf (arquivo). O patrocínio é do Governo do Estado, Prefeitura de Belém, Y.Yamada, com apoio da Vale.(Diário do Pará)

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