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Sespa discute sobre a igualdade entre gêneros

Com objetivo de fortalecer as políticas públicas direcionadas aos mais diversos gêneros, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em conjunto com o a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), promoveu na última sexta-feira, 9, a

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Com objetivo de fortalecer as políticas públicas direcionadas aos mais diversos gêneros, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em conjunto com o a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), promoveu na última sexta-feira, 9, a oficina "Patriarcado e Feminismo: Diferentes Perspectivas de Gênero". O encontro reuniu gestores e gestoras de vários órgãos do Estado, que discutiram os avanços e as expectativas para a democratização da representação social no mundo moderno.

A oficina foi ministrada pela socióloga e psicanalista de Brasília, Almira Rodrigues, e teve a participação de representantes das coordenações de Saúde da Mulher, de Saúde Indígena, do Departamento de Vigilância à Saúde, de Atenção Primária, e dos hospitais Santa Casa de Misericórdia e Abelardo Santos, entre outros.

Segundo Almira Rodrigues, a igualdade de gêneros deve ser vista como uma das prioridades nas discussões de políticas públicas. Ela disse que é preciso garantir a efetiva igualdade de direitos e de oportunidades entre mulheres e homens, principalmente a cidadania de grupos sociais específicos com histórico de discriminação social, a exemplo de mulheres, idosos, pessoas com deficiência, negros, indígenas e comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais. “É com políticas públicas que se muda. Ela tem o poder de garantir a situação concreta de direitos e construir relações sociais mais democráticas e justas”, afirmou.

Sobre a situação das mulheres, Almira Rodrigues avalia que enquanto pensadas em um grupo específico, elas ainda carregam uma longa história de exclusões, privações e discriminações. “Apesar da entrada das mulheres no mundo do trabalho remunerado, suas atividades não mudaram muito. Além disso, elas continuam sendo tratadas de forma diferenciada. Daí a importância de iniciativas para o combate às desigualdades e exclusão desse segmento”, destacou. (Agência Pará)

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