Membros da diretoria do Sindmepa(Sindicato dos Médicos do Pará),visitaram na manhã desta quinta-feira (15) as instalações do Hospital Universitário João de Barros Barreto, cuja reforma tem provocado muitas críticas e reclamações.
Durante a visita, foram recebidos pelo coordenador técnico do hospital, Antonio Carlos Rocha, e a coordenadora assistencial, Maria de Fátima Rebelo Pinheiro, que acompanharam a visita técnica.
O grupo visitou o quinto andar do hospital que foi desativado para a reforma. 'Apesar das condições de trabalho em algumas áreas estarem precárias, em virtude da reforma no hospital, não há como se fechar o único hospital de doenças infecto-contagiosas do Pará', adverte o dr. Gouveia.
Ele ressalta que o ideal era que os pacientes que precisam de atendimento do Barros Barreto passassem a ser atendidos noutra unidade de saúde enquanto dura a reforma, mas o Pará não dispõe de outro local com a estrutura necessária para cuidar de pacientes de alta complexidade, como os portadores de HIV e pacientes de doenças infecto-contagiosas.
De acordo com informações dos coordenadores do HUJBB, a reforma deve durar até o final do ano e nesse período haverá desconforto, mas a intervenção é necessária para se ampliar e melhorar a qualidade no atendimento do hospital.
A estratégia adotada pela instituição para não paralisar o atendimento foi a interdição dos andares por etapas. Assim, quando a reforma do quinto estiver concluída este será liberado e outro andar desativado para entrar em obras.
A urgência da reforma deve-se ao prazo fixado pelo Ministério da Educação que liberou verbas para a instituição, mas fixou um prazo para a execução do orçamento, sob pena de devolução dos recursos aos cofres da União. (DOL com informações do Sindmepa)
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