Famílias que residem em palafitas ou casas próximas aos rios Tapajós e Amazonas, em Santarém, no oeste paraense, estão sofrendo o período chuvoso. A cheia dos rios aumenta a cada dia. A falta de madeira para levantar o assoalho das casas é apontado pelos ribeirinhos como um dos principais problemas durante este período.
A água potável também se tornou produto escasso para os ribeirinhos. Já na zona urbana da cidade, casas estão sendo invadidas pelas águas do Lago do Mapiri, no final da Avenida Presidente Vargas. A via também começa a ser invadida pelas águas do Lago do Mapiri. Dezenas de famílias estão em situação de risco.
De acordo com a Defesa Civil, mais de mil pessoas já foram afetadas direta ou indiretamente pela cheia do Tapajós.
Informações obtidas através da estação telemétrica operada pela Agência Nacional de Águas (ANA), localizada no porto da Companhia Docas do Pará (CDP), dão conta de que o nível do rio Tapajós chegou a 7.76 metros, na última segunda-feira (13).
(DOL, com informações do repórter Manoel Cardoso/Diário do Pará, em Santarém)
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