Foram liberadas na noite de ontem (18) as duas funcionárias da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), que estavam reféns de índios Tembé na área do Alto Rio Guamá, em Santa Luzia do Pará, nordeste do estado, desde a última terça-feira (16).
Os índios pediam melhorias no atendimento à saúde, além de reclamar da falta de transporte, medicamentos, telefonia e acesso a internet na área. Segundo Leone Rocha, coordenador do Distrito de Saúde Indígena Guamá-Tocantins, antes da ação dos índios o distrito já havia tentato dialogar com a tribo, mas o grupo não se mostrou disposto a negociar.
As funcionárias foram encaminhadas para o município vizinho Capitão Poço, de onde seguem para Belém. Aqui, na capital, farão exame de corpo de delito, no Instituto Médico Legal (IML).
A negociação foi ralizada por representante da Secretaria-geral da Presidência da República, via Brasília, e ainda representante do gabinete do Secretaria Especial de saúde Indígena (Sesai). Segundo o Ministério da Saúde, reivindicações como o envio de medicamentos e ampliação do número de veículos já foram atendidas.
(DOL)
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