Membros do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado Pará (Sindpol) realiza, na tarde desta quarta-feira (27), um "patrulhão" nas delegacias e seccionais de várias cidades do Pará com o objetivo de tranquilizar os colegas quanto a legitimidade da greve e sobre as possíveis ameaças que estariam recebendo para não integrar o movimento.
De acordo com o vice-presidente, Gibson Silveira, a questão já está na justiça. "Já entramos no judiciário com mandado de segurança para garantir o direito de greve. Estamos respaldados pela Constituição. Nosso movimento é ordeiro e pacífico. Não vamos nos intimidar", pontuou.
De acordo com os boletins recebidos pelo Sindpol, cerca de 80% do interior do estado aderiu à greve. Estão grevando os municípios de Itaituba, Concórdia do Pará, Santarém, Rio Maria, Redenção, São Félix do Xingu, Ipixuna do Pará, Altamira, Mãe do Rio, Santa Isabel do Pará, Castanhal, Ourilândia do Norte, Abaetetuba, Barcarena, Moju, Tailândia, Marabá, Santa Maria do Pará, Vigia, Curuçá e Benevides.
Ainda segundo o Sindpol, chegou ao conhecimento do sindicato que, em Castanhal, o delegado Fernando Rocha, filho do secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes, estaria fazendo ameaças aos policiais do município, como forma de impedí-los de participar da greve.
(DOL com informações do Sindpol)
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