Após os protestos de pais e familiares de pacientes com câncer na manhã de quarta-feira (16) em frente ao Hospital Ophir Loyola (HOL), a direção do hospital informou que havia conseguido a compra imediata de medicamentos vindo de órgãos de saúde do Estado de São Paulo.
A medida, que deveria servir de alívio para os familiares das crianças, não ajudou a mudar o quadro de atendimento, afinal a quantidade de medicamentos que já chegaram na capital paraense não atendem a demanda dos pacientes.
Cleidson Silva, pai de uma criança de 5 anos com leucemia, conta que o tratamento do filho está interrompido há um mês e dois dias e ainda não há previsão de retomada, já que os medicamentos que chegaram não servem para seu filho.
Ainda segundo Silva, uma comissão de familiares irá protestar novamente hoje em frente ao HOL reivindicando a quantidade necessária de remédio para tratamento dos familiares.
Procurada pela reportagem do DOL, a direção do hospital informou que um segundo lote emergencial de medicamentos, incluindo o ácido folínico injetável, chegará na tarde de quinta-feira (17) em Belém. Quanto aos demais medicamentos em falta, nova atualização de estoque será feita na tarde da quarta-feira (23), quando o levantamento dos remédios será concluído.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar