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PAC somará R$ 46,4 bi no Pará

domingo, 29/06/2014, 08:26 - Atualizado em 29/06/2014, 08:26 - Autor:


Até o final de 2014, os investimentos do PAC no Pará somarão R$ 46,4 bilhões. O investimento tem sido o principal impulso ao crescimento no Brasil. Apenas o investimento do setor público, que inclui recursos dos Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida, alcançou um total de R$ 227,5 bilhões no ano passado. Esse valor representa 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é de R$ 4,84 trilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Durante sua visita ao Pará nesta segunda, 30, onde participa da Convenção Estadual do PMDB, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai destacar que, impulsionado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo Programa de Investimento em Logística (PIL), a elevação do investimento do Governo Federal no Pará tem sido, em média, quase o dobro do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.


O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) atingiu execução de R$ 871,4 bilhões até 30 de abril de 2014, o que representa 84,6% do orçamento previsto para o período 2011-2014.


As ações concluídas atingiram R$ 675,8 bilhões em obras nos seis eixos do PAC 2, 95,5% do total previsto até o final de 2014. Esse resultado é 15,9% superior em relação ao último balanço, que registrou R$ 583 bilhões de obras concluídas.


Em todo Brasil, o programa Minha Casa, Minha Vida já alcançou mais de 3,4 milhões de unidades contratadas e 1,7 milhão entregues, beneficiando mais de 5,9 milhões de pessoas, o que equivale a quatro vezes a população de Belém. No Pará, foram contratadas mais de 127 mil unidades e entregues mais de 37 mil, beneficiando mais de 134 mil paraenses.


O Governo Federal também destinou R$ 143 bilhões para mobilidade urbana em todo país. No Pará, os recursos são para obras como o BRT da Almirante Barroso e Augusto Montenegro- Centro e Icoaraci–Belém (em obras); o BRT da BR- 316 – Avenida João Paulo II (em obras); o BRT Belém -Corredor Centenário; o corredor de Integração Leste de Belém; para implantação de terminais rodofluviais (Icoaraci, Cumbu, Ilha Grande, Cotijuba, Outeiro e UFPA) e também requalificação (Ver-o-peso, Palha, Mosqueiro e Princesa Izabel).


Energia


Na área de energia, a linha de transmissão Tucuruí Pará-Manaus vai entrar no sistema interligado nacional este ano, o que contribui para melhorar a estabilidade no fornecimento de energia e reduzir a poluição, pela menor utilização de óleo diesel na geração de energia.


A Usina de Belo Monte continua em obra e vai dar segurança ao sistema interligado nacional, com garantia de energia firme para o país.


Já o Programa de Investimento em Logística (PIL) assegura recursos para as área de construção e recuperação de rodovias, de portos, de ferrovias e de aeroportos, além de somar também os investimentos em energia. Em rodovias são R$ 43 bilhões (nove rodovias federais com extensão de 7.500 quilômetros). Outros R$ 54,7 bilhões são destinados a portos em 15 estados (investimento, concessões de portos públicos e autorizações para portos privados). Em ferrovias são R$ 91 bilhões em investimentos (10 ferrovias com extensão de 11 mil quilômetros), enquanto R$ 34,7 bilhões são para aeroportos (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins e Viracopos).


Na área de energia (de 2011 a 2017), o PIL soma R$ 186,1 bilhões (40.469 MW e 39.048 km).


(Diário do Pará)

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