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Sindmepa constata situação precária do PSM da 14

Equipe do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) esteve reunida no Hospital Pronto Socorro Municipal Mário Pinotti (PSM 14 de março) na última terça-feira (11) para avaliar as condições de trabalho dos profissionais da saúde, estrutura do prédio e suas

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Equipe do Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) esteve reunida no Hospital Pronto Socorro Municipal Mário Pinotti (PSM 14 de março) na última terça-feira (11) para avaliar as condições de trabalho dos profissionais da saúde, estrutura do prédio e suas respectivas salas entre outros itens elencados pela Justiça Federal, através de documentos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) em conjunto com instituições de saúde.

Segundo João Gouveia, diretor administrativo do Sindmepa a equipe avaliou o local com base nos 21 itens julgados pela Justiça para que o PSM se adeque.

Na visita constataram que a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) precisa de melhorias, sendo necessária a expansão para 15 leitos, além de compra de equipamentos para cirurgia neurológica.

Foi constatado ainda falta de máquinas de tomografia, hemodiálise e raio-x“Vimos que na sala da UTI cabem 15 leitos, mas só tem 10 em funcionamento. Um deveria ser para isolamento, mas não está funcionando. Explicaram que a estrutura foi feita de forma errada e para atender os 15 leitos é necessário recursos humanos, como funcionários técnicos e de enfermagem para que possa funcionar”, relatou Gouveia.

APARELHOSSegundo ele, o aparelho de raio-x já queimou. “Agora não é possível fazer raio-x em abdômen ou tórax, apenas partes extremas, como braços ou pés. As três máquinas de hemodiálise ainda estão paradas porque dizem que a qualidade da água não é adequada. A rouparia tanto para pacientes quanto para profissionais são precárias. Abordamos alguns acompanhantes de pacientes que levaram lençóis de casa, coisa que não é adequada pois pode desencadear uma infecção”.

O diretor também aponta problemas na escala do plantão do PSM pela quantidade insuficiente de profissionais, principalmente de pediatras na sala onde ficam pacientes graves.

O diretor destaca o ponto mais grave da visita: deterioração do prédio anexo, inaugurado em agosto de 2010 e o abandono de 20 leitos que não estão em uso por causa do elevador quebrado.

Estes leitos poderiam amenizar a lotação em que se encontra o PSM com pacientes em macas no meio do corredor. “São 20 leitos vagos no prédio em anexo e pessoas jogadas no corredor porque não tem elevador para subir as macas. São mais de 3 meses sem funcionar e ninguém toma uma providência, é um problema de gestão”.

(Diário do Pará)

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