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Campanha tenta arrecadar recursos para animais

Organizações Não-Governamentais (ONG S) que atuam na proteção de cães e gatos realizaram, no fim de semana, campanha para arrecadar recursos para manter os abrigos que funcionam na grande Belém. Organizado pela Associação de Assistência aos Animais (ANI)

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Organizações Não-Governamentais (ONG S) que atuam na proteção de cães e gatos realizaram, no fim de semana, campanha para arrecadar recursos para manter os abrigos que funcionam na grande Belém. Organizado pela Associação de Assistência aos Animais (ANI) em parceria com o grupo Patinhas em Ação, o bazar solidário reuniu uma variedade de roupas, sapatos e acessórios novos e usados com preços bem acessíveis.

Os recursos arrecadados serão utilizados na assistência de abrigos mantidos pelas entidades. Em Benevides, o abrigo da ANI cuida de 134 gatos e 26 cachorros, a maioria deles foi resgatada nas ruas. Muitos desses animais chegam ao abrigo mutilados, vítimas de atropelamento ou maus-tratos. Os pedidos de ajuda são constantes e a ONG chega a atender cerca de 30 solicitações por semana.

ADOÇÃO

Com sete anos de atuação, a ANI presta vários serviços, como auxílio na adoção de cães e gatos, alimentação e medicamentos, convênios e parceria com órgãos públicos e privados, além da sociedade em geral. O Patinhas em Ação tem um ano de atuação.

Segundo a colaboradora da ANI, Cleide Pereira, os animais assistidos pela entidade são todos castrados e disponíveis para adoção. As ONGs contam com a solidariedade das pessoas na adoção dos animais. Os felinos e os cães adultos são os menos procurados e há animal esperando adoção há mais de três anos. “A adoção é simples e rápida. Os interessados devem procurar o abrigo com comprovante de residência e assinar uma declaração de responsabilidade”, informa Cleide.

Apesar da grandiosidade, o trabalho enfrenta muitas dificuldades, principalmente no que se refere à manutenção dos abrigos. Quase todas as despesas são mantidas pelos voluntários da entidade. “A ração custa, em média, R$4 mil, além dos gastos com caseiro, água, luz, medicamentos e veterinários. Devido aos limites orçamentários não conseguimos atender a todos os pedidos de ajuda”, lamenta Cleide.

(Diário do Pará)

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