Após espera de mais de 24h, Elizabeth Serrão, baleada durante um assalto a um ônibus, na noite de quinta-feira (28), na rodovia Mário Covas, em Belém, foi atendida no hospital Layr Maia, no bairro de Nazaré.
Segundo Márcia Carvalho, tia da vítima, foi necessário entrar em contato a central do plano de saúde Hapvida, em Fortaleza para que o procedimento cirúrgico fosse autorizado. No entanto, mesmo com a autorização, funcionários do hospital demoraram a levar a paciente para a sala de cirurgia.
Ainda de acordo com Márcia, o médico que atendeu a paciente informou que não seria necessária a operação pelo fato da bala estar alojada em um músculo e não oferecer riscos à saúde de Elizabeth. Com isto, foi feita apenas uma limpeza e drenagem no local, já que a jovem perdeu muito sangue.
Devido a demora, Elizabeth apresenta um caso de infecção e está sendo medicada. Ela já está em quarto, em observação, e seu quadro é estável.
Demora no atendimento causou revolta
A demora no atendimento, motivada principalmente por questões burocráticas, irritou os familiares de ELizabeth. Segundo Márcia, até mesmo um Boletim de Ocorrência (B.O.) foi registrado denunciando a demora no atendimento por parte do Hospital.
Além disso, os familiares da vítima reclamam que teriam sofrido com reclamações e mesmo “ameaças” de funcionários do hospital. “Viemos pra cá porque é particular, mas está pior que o SUS. Reclamamos do atendimento, nos trataram como se estivessem fazendo um favor em atender ela”, finaliza.
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar