Após o anúncio, pelo ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, de que basta o Estado solicitar o apoio que a Força Nacional vai agir no combate à violância no Pará, muitos paraenses se manifestaram a respeito do tema.
A enquete lançada pelo DOL na semana passada, que trazia como questionamento: "Você acha que o Pará precisa de apoio da Força Nacional?", teve a participação de 1.633 internautas, que expressaram a sua opinião.
Do total, 87.20% votou a favor da presença da Força Nacional no Pará; e 12.79% contra.
Para o internauta Sandro, "deveriam colocar na rua, afinal pagamos seus salários, com nossos impostos".
Vanessa Souza concorda com a presença da Força Nacional e relata: "fui assaltada hoje de manhã, umas 7:30, levaram tudo que eu tinha na bolsa como celular e documentos. Cheguei a delegacia pra fazer o BO e um homem que estava lá registrou a ocorrência, mas depois do susto parei pra ler o que estava escrito no documento e notei que estava com algumas palavras erradas. Que vergonha! O policiamento não dá conta... e o escrivão deveria ao menos saber escrever".
A interrnauta Margarete avaliou que precisa da "Força Nacional e da Polícia com bastante poder de força psicológica para lidar com pessoas como essas que estão surgindo em nossa capital. Precisamos mudar as leis, mas enquanto isso não acontece, precisamos do Poder da Polícia nas ruas". Luiz Alexandre disse "claro que sim. Tirar também o Exército dos quartéis pra treinar tiro ao alvo no vagabundos".
Karine se disse contra a presença. Ela acha que "o Pará precisa de gestores melhores, comprometidos e que respeitem os cidadãos". Zema também acha que não precisa da Força Nacional. "Precisa é de leis mais rigídas para esses meliantes, que matam e roubam, são presos e a justiça vem e solta. Nós precisamos da volta da Polícia Civil nas ruas, e a volta dos PM-BOXS".
Para o Cledson Lima, o Estado precisa de "leis mais rígidas e de policiais mais bem remunerados para exercerem seu trabalho com responsabilidade. Também precisamos de leis para proteger um policial em serviço".
Antônio Pires opinou dizendo que a violência não é no Pará;é no Brasil, de forma generalizada. São Paulo e Rio vivem uma guerra urbana. A questão não é econômica, pois teoricamente são cidades ricas. o problema são leis fracas e impunidade. precisamos retomar os valores da familia. educação está dentro de casa".
(DOL)
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