Os valores máximos de aquisição de imóveis que variam de acordo com cada região considera os custos de produção do imóvel, e não o custo do transporte, admite o Ministério das Cidades.
A deputada Simone Morgado ressalta que os altos custos do transporte de material de construção estão impedindo que empresas construtoras se interessem por editais de licitação de obras no Marajó.
RIBEIRINHOS
A criação de um índice diferenciado, denominado “fator Marajó” já é analisado pelo Governo Federal. Prefeitos da região já solicitaram ao Ministério da Saúde a análise da criação do fator Marajó como parâmetro para se estabelecer diferenciação financeira das adequações de normativas do SUS, para diminuir as desigualdades regionais.
No caso do programa Minha Casa Minha Vida, a expectativa é que mais unidades posam ser construídas para atender à população ribeirinha marajoara.
(Diário do Pará)
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