Os estados com maior saldo superavitário são Amazonas (64,6%) e Pará (20,2%), e ambos são responsáveis diretamente pela posição que o Brasil assume diante do cenário mundial.
Ao mesmo tempo, são um dos poucos estados com possibilidades reais de se tornar uma economia verde, ou seja, com crescimento econômico em harmonia com o meio ambiente.
Entretanto, as atividades que se destacam na economia paraense são a exploração mineral, a agropecuária e a agricultura - todas altamente degradantes ao meio ambiente.
O desafio é desenvolver políticas públicas que garantam ações economicamente viáveis, socialmente justas, ambientalmente corretas e respeito às especificidades locais.
Esses são os resultados preliminares da pesquisa "O Balanço Contábil das Nações: Um estudo no Estado do Pará", coordenada pela professora e doutoranda Leila Márcia Elias, membro do Núcleo de Estudos em Contabilidadade e Meio Ambiente (Necma).
O resultado preliminar foi apresentado durante o XV Congresso USP de Controladoria e Contabilidade, em São Paulo, nos dias 29 e 31 de julho.
O Congresso é o principal evento acadêmico anual da área realizado no país, e contou com a participação de pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação da área contábil, além de profissionais interessados na divulgação e avaliação dos seus estudos científicos.
“O objetivo foi verificar como os municípios estão adotando os procedimentos contábeis exigidos pela Secretaria do Tesouro Nacional”, explicou.
(DOL)
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