plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 31°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Diabética está sem tratamento

Há 3 meses sem receber, da Secretaria de Saúde do Estado (Sespa), os cartuchos que armazenam a insulina, agulhas maleáveis e pequenos tubos plásticos, Aline Pantoja Maia, 13 anos, enfrenta dificuldades em dar continuidade ao tratamento da diabetes. Os ins

twitter Google News

Há 3 meses sem receber, da Secretaria de Saúde do Estado (Sespa), os cartuchos que armazenam a insulina, agulhas maleáveis e pequenos tubos plásticos, Aline Pantoja Maia, 13 anos, enfrenta dificuldades em dar continuidade ao tratamento da diabetes. Os insumos, que estão em falta, são necessários para o funcionamento da bomba de insulina no corpo.

Sem a bomba, Aline precisa receber injeções três vezes ao dia, método que os médicos não indicam por causar reações adversas na adolescente. Ela sente enjoo, fraqueza e desmaios. Em setembro, ficou internada 16 dias. “Toda a rotina dela é alterada. Teve de parar de estudar. A glicemia(concentração de açúcar no sangue) dela chega a 560, enquanto que de uma pessoa normal é 100”, diz a irmã, Paula Oliveira, 25.

SEM PREVISÃO

Paula relata que, ao procurar a Sespa para saber dos insumos, as respostas são sempre as mesmas. “Eles nos dizem que está em falta, que tiveram problemas com os fornecedores, que não têm previsão de quando os insumos chegarão”, diz Paula. Ela teve de procurar o Ministério Público do Estado (MPE), por 2 vezes, para conseguir, na Justiça, a bomba de insulina e os insumos, doados pela Sespa. A bomba não precisa ser trocada diariamente, como os insumos.

Outro problema enfrentado pela família se refere às consultas com o endocrinologista, no Hospital Barros Barreto. A última consulta de Aline foi em junho, mas não houve continuidade, por falta de médico. “Na última vez, o doutor só pegou os dados dela, e mais nada”, reclama Paula. “Ficaram de ligar pra gente, mas até hoje, nada. Minha irmã e mais 10 pessoas estão nessa situação”.

Paula destaca, ainda, que Aline precisa de acompanhamento para saber como está a evolução da doença, que é do tipo 1, adquirida pela genética. “Só esperamos que, um dia, a Sespa regularize o tratamento da minha irmã”, diz ela. A Sespa e o Barros Barreto foram procurados, mas não se manifestaram até o fechamento desta edição.

(Renata Paes/Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!