Deivison Ataíde Monteiro, de 24 anos, residente na Vila de Bituba, à beira do ramal Santo Antônio do Bituba, no município de Vigia, nordeste paraense, aguarda há três anos pela realização de uma cirurgia de traqueoplastia.
Deivison ficou com várias sequelas após ser atingido por um rapaz com uma pancada muito forte na cabeça. Um gargalo de uma garrafa de vidro ficou preso em sua garganta e, desde então, ele respira através de um orifício na traqueia feito há três anos em uma intervenção cirúrgica.
De acordo com a mãe de Deivison, Maria Aparecida Ataíde Monteiro, o rapaz chegou a ser atendido no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, que passou a responsabilidade para o Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), em Belém.
"Eles ficam jogando a gente de um lado para o outro. Nós queremos apenas fazer a cirurgia para a retirada no aparelho. Há três anos que o meu filho respira assim, não fala, ficou paralisado, é um sacrifício para ele comer. Eu só quero um hospital ou um médico que se responsabilize porque ninguém quer fazer a cirurgia, até agora só desprezaram a gente", conta a mãe em desespero.

Laudo para solicitação de mudança de internação hospitalar solicitado em 2014. (Foto: divulgação)
"Eu não quero ver o meu filho assim sofrendo para o resto da vida. Ele sente dores, ficou paralisado de um lado, perdeu a vista, temos que dar banho, dar de comer, é um sofrimento para todo mundo. Só quero que alguém nos ajude", desabafa a mãe.
Deivison entrou com um pedido de liminar na Justiça na tentativa de garantir que seus direitos sejam assegurados. Em um mandado de intimação expedido no dia 26 de maio deste ano, diz que o rapaz tem o prazo de 30 dias para informar se foi procurado pelo Estado com "a ação de obrigação de fazer com pedido de liminar cumulado com indenização por danos morais". Porém, segundo a família até o momento nada foi resolvido.
Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informa que está finalizando a assinatura de um contrato para a realização do procedimento. Após esse processo, o paciente será encaminhado para o Hospital Beneficente Portuguesa, onde fará a cirurgia de traqueoplastia.
(DOL)
Deivison Ataíde Monteiro, de 24 anos, residente na Vila de Bituba, à beira do ramal Santo Antônio do Bituba, no município de Vigia, nordeste paraense, aguarda há três anos pela realização de uma cirurgia de traqueoplastia.
De acordo com a mãe de Deivison, Maria Aparecida Ataíde Monteiro, o rapaz chegou a ser atendido no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, que passou a responsabilidade para o Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), em Belém.
“Eles ficam jogando a gente de um lado para o outro. Nós queremos apenas fazer a cirurgia para a retirada no aparelho. Há três anos que o meu filho respira assim, não fala, ficou paralisado, é um sacrifício para ele comer. Eu só quero um hospital ou um médico que se responsabilize porque ninguém quer fazer a cirurgia, até agora só desprezaram a gente”, conta a mãe em desespero.
A mãe relata ainda, que Deivison ficou com várias sequelas após ser atingido por um rapaz com uma pancada muito forte na cabeça e um gargalo de uma garrafa de vidro ficou preso em sua garganta, por ciúmes.
“Eu não quero ver o meu filho assim sofrendo para o resto da vida. Ele sente dores, ficou paralisado de um lado, perdeu a vista, temos que dar banho, dar de comer, é um sofrimento para todo mundo. Só quero que alguém nos ajude”, desabafa a mãe.
Deivison entrou com um pedido de liminar na Justiça na tentativa de garantir que seus direitos sejam assegurados. Em um mandado de intimação expedido no dia 26 de maio deste ano, diz que o rapaz tem o prazo de 30 dias para informar se foi procurado pelo Estado com “a ação de obrigação de fazer com pedido de liminar cumulado com indenização por danos morais”. Porém, segundo a família até o momento nada foi resolvido.Deivison Ataíde Monteiro, de 24 anos, residente na Vila de Bituba, à beira do ramal Santo Antônio do Bituba, no município de Vigia, nordeste paraense, aguarda há três anos pela realização de uma cirurgia de traqueoplastia.
De acordo com a mãe de Deivison, Maria Aparecida Ataíde Monteiro, o rapaz chegou a ser atendido no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, que passou a responsabilidade para o Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), em Belém.
“Eles ficam jogando a gente de um lado para o outro. Nós queremos apenas fazer a cirurgia para a retirada no aparelho. Há três anos que o meu filho respira assim, não fala, ficou paralisado, é um sacrifício para ele comer. Eu só quero um hospital ou um médico que se responsabilize porque ninguém quer fazer a cirurgia, até agora só desprezaram a gente”, conta a mãe em desespero.
A mãe relata ainda, que Deivison ficou com várias sequelas após ser atingido por um rapaz com uma pancada muito forte na cabeça e um gargalo de uma garrafa de vidro ficou preso em sua garganta, por ciúmes.
“Eu não quero ver o meu filho assim sofrendo para o resto da vida. Ele sente dores, ficou paralisado de um lado, perdeu a vista, temos que dar banho, dar de comer, é um sofrimento para todo mundo. Só quero que alguém nos ajude”, desabafa a mãe.
Deivison entrou com um pedido de liminar na Justiça na tentativa de garantir que seus direitos sejam assegurados. Em um mandado de intimação expedido no dia 26 de maio deste ano, diz que o rapaz tem o prazo de 30 dias para informar se foi procurado pelo Estado com “a ação de obrigação de fazer com pedido de liminar cumulado com indenização por danos morais”. Porém, segundo a família até o momento nada foi resolvido.
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