O resumo das transformações de Belém, ao longo dos seus 400 anos, agora pode ser conferido de perto pelos leitores do DIÁRIO, em uma publicação mais do que especial. É que, no próximo dia 26, o jornal irá lançar o Anuário do Pará 2016, como faz desde 2010, compilando as principais mudanças no cenário econômico, político, social e cultural do nosso Estado. Nesta sexta edição, o leitor poderá conferir mapas, tabelas, infográficos e imagens, além das ilustrações gráficas na abertura dos 10 capítulos. Para Emiliana Costa, editora do Anuário, essa iniciativa do jornal tem como objetivo principal trazer informações oficiais aos leitores, pesquisadores, estudantes e para a geração futura sobre as informações e estatísticas dos 144 municípios paraenses. “O nosso foco é informar. Trazer à sociedade todos os números atualizados do Estado”, explica Emiliana.
No primeiro capítulo, o leitor vai encontrar os números mais significativos, de temas como a mortalidade infantil, violência, de saúde, do Produto Interno Bruto (PIB) das cidades, do programa do Governo Federal, Bolsa Família, além de informações econômicas de pelo menos 10 municípios que tiveram destaques nos rankings negativos e positivos do Estado. Todos os dados serão compilados em tabelas e infográficos para facilitar a compreensão do leitor. “Ao total, vamos divulgar 90 dados das cidades paraenses”, destaca Emiliana.
Já no segundo capítulo, a capital paraense é o destaque. O leitor vai encontrar reportagens que falam sobre a fundação de Belém e as suas mudanças, até se tornar esta senhora de 400 anos. As belas formas do arquiteto italiano Antônio Landi, que transformou a metrópole e a sua paisagem, também ganharão evidência nesta sexta edição do Anuário. As múltiplas expressões religiosas não ficarão de fora. As matérias com o tema “O Pará da Fé” contarão a história do Círio de Nazaré e suas 12 romarias ao longo da quadra nazarena.
CIÊNCIA E HISTÓRIA
Prestes a completar 150 anos de existência, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém, traz marcas do tempo, da ciência e da história da Amazônia. Pensando em deixar essas lembranças vivas às próximas gerações, o Anuário do Pará também vai trazer reportagens sobre essa trajetória, contando histórias que marcam o Goeldi. “O Museu Goeldi é uma das instituições mais importantes do Brasil. Poder retratá-lo no Anuário foi um grande prazer para todos nós”, ressalta o jornalista Klester Cavalcanti, diretor de Redação do DIÁRIO. Desde sua edição anterior, o Anuário passou a abranger também aspectos relativos ao meio ambiente, publicando o Mapa da Biodiversidade do Pará, estudo do Goeldi que retrata a fauna e a flora paraenses. Este ano, o capítulo foi ampliado pelos pesquisadores, passando a denominar-se “Diversidade Biológica e Sociocultural”, incluindo o componente humano, relativo à diversidade étnica, linguística e arqueológica do Estado.
Publicação é uma das melhores de todo o Brasil
Para 2016, a edição do Anuário contará com 840 páginas de fácil manuseio, para a compreensão de estudantes, pesquisadores e público em geral. O livro é bastante utilizado em pesquisas de alunos de escolas públicas e na maior biblioteca do Pará, do Centro Cultural Tancredo Neves (Centur), em Belém. A obra já foi citada como fonte de trabalho acadêmico na Universidade Federal do Pará (UFPA), na Universidade de Brasília (UnB) e atraiu a atenção de um professor universitário de Minas Gerais, especialista em publicações de anuários. No Brasil, apenas o Ceará, possui um Anuário semelhante ao publicado pelo DIÁRIO no Pará.
Muita informação e arte naïf
O livro, que custará R$79,90 nas bancas da cidade, é distribuído gratuitamente às bibliotecas públicas do Estado, às universidades e escolas. O seu maior capítulo vai falar especificamente do Pará. “Vamos abordar os números do Estado, na educação, na saúde, além do orçamento econômico”, explica a editora Emiliana Costa. De acordo com a responsável pela edição do guia do DIÁRIO, os leitores já podem se preparar para encontrar temas de capítulos focados nos parlamentares paraenses, no Judiciário e na atuação do Ministério Público, bem como sobre a biodiversidade biológica e sociocultural do Pará, além de conteúdo projeto ‘Orgulho de Ser do Pará’, do DIÁRIO.
DESENHOS
Além dos textos, o Anuário de 2016 apresentará desenhos exclusivos do artista plástico Luiz dos Anjos. Natural de Santarém, ele é especialista na arte naïf (“ingênuo”, em francês), estilo seguido por artistas que exploram mais a intuição do que o rigor técnico. Luiz já expôs na Bienal Naïfs de Piracicaba, Salão ‘Primeiros Passos’ do CCBEU, Galeria do Banco da Amazônia, Galeria Theodoro Braga e na Galeria Debret, geralmente com trabalhos de temática urbana e sobre a cultura belenense.
SERVIÇO
LANÇAMENTO
O lançamento do Anuário do Pará 2016 será no próximo dia 26, às 19h, no Hotel Atrium Quinta de Pedras, na Cidade Velha.
NAS BANCAS
A publicação estará à venda a partir do dia 27, por R$79,90.
PARCEIROS
O projeto do DIÁRIO conta com grandes parceiros, como a Agropalma, Federação das Indústrias do Pará (Fiepa),Sebrae, Norte Energia, Unimed Belém, Y. Yamada, além do apoio do Banco da Amazônia, Eletrobras/Eletronorte.
GUIA COMPLETO
CONTEÚDO
Publicado pelo DIÁRIO, o Anuário do Pará é uma edição única e pioneira no Estado. Desde 2010, vem sendo atualizado a cada ano e agora chega à sua 6ª edição. Em 10 capítulos de fácil consulta, resume o cenário econômico, político, social e cultural do Estado, com fichas, mapas, tabelas, infográficos e belíssimas fotos. São 840 páginas com o objetivo de facilitar o acesso de estudantes, pesquisadores e público em geral a informações relacionadas ao Pará.
ARTE
O projeto gráfico desta nova edião traz desenhos exclusivos do artista plástico Luiz dos Anjos. Natural de Santarém, ele é especialista na arte Naïf.
(Roberta Paraense/Diário do Pará)
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