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Ministro aguarda dados das famílias atendidas

O dinheiro para o pagamento do auxílio extraordinário às famílias de Barcarena e Abaetetuba que sofreram as consequências do naufrágio do navio Haidar, no Porto de Vila do Conde, já está à disposição da Companhia Docas do Pará (CDP). O recurso foi assegur

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O dinheiro para o pagamento do auxílio extraordinário às famílias de Barcarena e Abaetetuba que sofreram as consequências do naufrágio do navio Haidar, no Porto de Vila do Conde, já está à disposição da Companhia Docas do Pará (CDP). O recurso foi assegurado pela Secretaria Especial de Portos (SEP), mas ainda não foi repassado por falta de informação do Ministério Público Federal (MPF) e da Justiça paraense sobre o número e relação das famílias a serem beneficiadas.

Segundo o ministro da Secretaria Especial de Portos, Helder Barbalho, sem esta informação, o repasse não tem como ser feito. “O dinheiro já está na conta da CDP desde o ano passado. Desde o primeiro momento - para garantir a transparência e a lisura no repasse destes recursos, já que trata-se de dinheiro público -, ficou acertado que o Ministério Público ia encaminhar a relação destas pessoas beneficiadas”, informou Helder.

Segundo Helder, o dinheiro do auxílio já está na conta da CDP. (Foto: Maryanna Oliveira/Câmara)

O ministro lembrou que até hoje o MPF e a Justiça ainda não homologaram a lista de beneficiários. “Vamos pagar para quem? Para a cidade inteira? Para o Estado inteiro? Qual é o critério? Quem definiu esses critérios de distribuição foi exatamente o Ministério Público, sobretudo para que não houvesse interferência no processo de distribuição”, reforçou o ministro. O ministro lembrou que a Secretaria de Portos não pode se envolver neste processo, que precisa ser resolvido no âmbito da CDP.

PREOCUPAÇÃO

Helder Barbalho reforça a preocupação da Secretaria Especial de Portos em garantir renda às pessoas que foram diretamente prejudicadas. “Não podemos, no entanto, passar por cima da lisura de um processo que só pode ser definido pelo Ministério Público Federal e pela Justiça paraense”, completou o ministro Helder.

(Luiza Mello/Diário do Pará)

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