A família do funcionário público Edivaldo Azevedo, 62 anos, e da administradora Larissa Monteiro, 30, sempre vai em peso para Salinas. “As crianças adoram vir para a praia, brincar na areia e tomar banho”, diz Larissa. Para eles, o ritmo da cidade estava tranquilo. “Ainda não começou o trânsito intenso que fica em julho”, afirma Edivaldo.
Para os vendedores ambulantes, o movimento de vendas também não chegou ainda no esperado, mas o vendedor de bebidas André Fonseca, 23 anos, que já trabalha em Salinópolis há 3 anos, considera o fluxo normal. “Venho de Capanema para cá vender porque dá um lucro, uma boa renda extra para a família, mas o ritmo só melhora mesmo depois do dia 15, quando começa a dar mais gente”, fala.
(Diário do Pará)
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