Cenário de jogos esportivos que fizeram história no Pará, o Estádio Olímpico Mangueirão é mais um dos locais com grande acúmulo de lixo em Belém. Na entrada de veículos pelos fundos do estádio, próximo ao Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, é possível encontrar um amontoado de resíduos, que vão desde garrafas pet até mesmo caixão quebrado.
A auxiliar de escritório Jayne Menezes, 24 anos, diz que o problema é constante. “Sempre vejo desse jeito. Dificilmente a Prefeitura passa”, afirma. No local, uma pede: “Não jogue lixo aqui”. Em vão. São sacolas plásticas que estão jogadas ali, muitas delas já rasgadas, deixando o lixo à mostra. Além disso, há objetos de todos os tamanhos, como pedaços de peças quebradas de carro, equipamentos, móveis. O local forma ainda uma espécie de esgoto a céu aberto, com chorume do lixo que provoca odor forte e atrai muitos mosquitos.
TELÉGRAFO
A mesma situação pode ser constatada em outras partes da capital paraense. No Canal do Galo, esquina com a Coronel Luís Bentes, no Telégrafo, por exemplo, o acúmulo de lixo é grande. O comerciante Edir da Silva, 53, afirma que tem dias em que o lixo chega a cercar o quarteirão. “A questão é que não tem um lugar apropriado para jogar lixo e entulho por aqui. Não tem fiscalização”, diz. A Secretaria Municipal de Saneamento (Sesan) foi procurada mas não se manifestou até o fechamentodesta edição.
(Alice Martins Morais/Diário do Pará)
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