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OPERAÇÃO METALLUM

Empresários são presos em operação da Polícia Civil no PA

Além da prisão, foram apreendidos notebooks, cheques, notas promissórias e até carros de luxo; 21 contas bancárias também foram bloqueadas

quinta-feira, 12/05/2022, 22:18 - Atualizado em 12/05/2022, 22:16 - Autor: Com informações de Sancha Luna/RBA TV

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Estima-se que as contas dos empresários detidos movimentavam cerca de R$ 60 milhões
Estima-se que as contas dos empresários detidos movimentavam cerca de R$ 60 milhões | Talison Lima/Ascom PCPA

Celulares, notebooks e até carros de luxo foram apreendidos durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Pará (PCPA) para desarticular uma quadrilha envolvida com o tráfico de drogas, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. Os criminosos estavam agindo nos estados do Pará e Amapá.

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Batizada de “Operação Metallum”, os alvos foram três empresários, posteriormente detidos: Wellington de Sousa Gonçalves e Reginaldo Simões de Oliveira Filho, presos em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém (RMB), e Lilian Corrêa Martins, detida em Macapá, no Amapá.

Com o trio, foram apreendidos ao todo: celulares, notebooks, cheques, notas promissórias e até carros de luxo.

 

| Sancha Luna/RBATV
 


Operação Metallum: início das investigações

As investigações iniciaram após a apreensão de cerca de 500kg de cocaína no município de Capanema, nordeste paraense, em outubro de 2021. A droga estava escondida em uma residência e foi encontrada pela força-tarefa da Polícia Militar.

“Esse é o desdobramento de uma outra operação realizada. Após a apreensão de uma substância considerável desse entorpecente, a Polícia Civil iniciou a investigação sobre a lavagem do dinheiro e onde essa quadrilha estava usufruindo dos valores obtidos nessa associação criminosa”, explica o delegado-geral da PCPA, Walter Rezende.

Por determinação da Justiça ao longo das investigações, 21 contas bancárias foram bloqueadas, entre elas a dos três empresários detidos durante a operação. Wellington, Reginaldo e Lilian tiveram também seus bens sequestrados.

A polícia estima que as três contas juntas movimentavam, aproximadamente, R$ 60 milhões.

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