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MORTE DE JUÍZA

Perícia em carro que transportou juíza morta é cancelada

As diligências estão em andamento. Equipes da Polícia Científica e Divisão de Homicídios estão em condomínio onde juiz disse ter encontrado a mulher morta.

terça-feira, 17/05/2022, 13:34 - Atualizado em 17/05/2022, 13:32 - Autor: Denilson d'Almeida

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Polícia Científica e policias civis fazem o levantamento no veículo estacionado na DH.
Polícia Científica e policias civis fazem o levantamento no veículo estacionado na DH. | ( Reprodução )

A morte de uma juíza continua intrigando os moradores de Belém, nesta terça-feira (17).  Mônica Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrada sem vida no carro do marido, o juiz João Augusto Figueiredo de Oliveira Júnior. O veículo, segundo ele, estaria no estacionamento do condomínio onde mora, no bairro de Nazaré, área nobre da capital paraense. O magistrado transportou o cadáver, no banco de passageiro, até a Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

 
Juíza Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrada morta
Juíza Maria Andrade Figueiredo de Oliveira foi encontrada morta | ( Reprodução )
 

Até o momento sete exames periciais foram requeridos pela equipe de investigação, no entanto, um destes exames, que trata da coleta e análises de impressões digitais no carro do magistrado foi cancelado.

Segundo a polícia, o motivo para isso foi porque o objeto a ser analisado foi "prejudicado", impedindo, portanto, a atuação dos papiloscopistas.

Veja as imagens do carro onde a juíza foi morta

A Polícia Científica fará perícia de local de crime de violência contra pessoa sem cadáver no condomínio onde o casal de juízes morava. Também foi requerido exame de Quimica Forense/ Exame Residuográfico para verificar se há vestígios de pólvora e chumbo nas mãos do juiz João Augusto.

 
Polícia Científica e policias civis fazem o levantamento no veículo estacionado na DH.
Polícia Científica e policias civis fazem o levantamento no veículo estacionado na DH. | ( Reprodução )
 

Vale lembrar que no boletim de ocorrência policial, o juiz destaca que ele tinha uma arma de fogo e que guardava a arma no veículo. A perícia encontrou uma perfuração por arma de fogo no peito da vítima. A necropsia no corpo da magistrada está em andamento.

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Até o final da manhã, o magistrado ainda permanecia na sede da Divisão de Homicídios para prestar depoimento.

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