O goleiro Bruno Fernandes afirmou que a mancha de sangue encontrada em seu carro foi resultado de uma briga entre ele e o menor, seu primo e acusado de participação no plano para dar sumiço em Eliza Samúdio. Bruno é interrogado nesta quinta-feira no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Durante o depoimento, o atleta disse também que embora ainda não tenha feito o exame de DNA acredita que é mesmo o pai de Eliza. A modelo tentava provar na Justiça que Bruno era pai de seu filho recém-nascido. Ela teria sido vista pela última vez em uma propriedade do atleta, em Esmeraldas, região metropolitana de Belo Horizonte.
Depois do depoimento de Bruno, seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, será ouvido. Fernanda Gomes, outra ex-amante do goleiro, e o Bola, ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, devem ser interrogados amanhã pela juíza Marixa Rodrigues, responsável pelo caso.
Depoimentos
Ontem, a magistrada ouviu o primo de Bruno, Sérgio Rosa Sales, que desmentiu os depoimentos dados à polícia anteriormente e disse que foi torturado pelos delegados que investigavam o caso. A audiência de Sérgio durou cerca de sete horas.
Em seu depoimento, o primo do goleiro reafirma o que tinha dito no último depoimento, que Bruno não esteve em Vespasiano, local da possível morte de Eliza. Ele afirmou ainda que foi torturado no dia em que foi feita a reconstituição do crime, quando disse que Eliza era mantida refém e estava com um machucado na cabeça. Sérgio negou essas duas afirmações. (eBand)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar