Os assaltos com reféns em Belém crescem de modo assustador e na sua maioria vêm sendo praticados por adolescentes ou adultos de até 23 anos.
Quando jornalistas que cobrem a área policial estão diante de homens e mulheres que participam de alguns casos, tomam o cuidado de ouvi-los, saber de onde são, em que rua moram, se estudam, quem são seus pais e como vivem.
As respostas coletadas sempre são as mesmas. Pessoas 100% pobres que moram na periferia, em casebres, barracos. Estão desempregadas, comem mal e encontram junto com os pais dificuldades para obter esse alimento. A renda familiar não supera 600 reais. Todas as dificuldades possíveis. Leia mais no Diário do Pará.
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