O mototaxista Claudionor Quinderé, de 36 anos, foi morto a tiros na madrugada de ontem, em frente a um bar localizado no cruzamento das avenidas Almirante Barroso e Ceará, bairro de São Brás. A vítima foi assassinado por Max Ney Silva Macedo, de 29 anos. Max alegou que foi agredido com um tapa por Claudionor e reagiu matando-o.
O crime ocorreu por volta da meia-noite, em frente ao bar Carimbó. Max relatou que estava passando pelo local quando, segundo ele, Claudionor apareceu e disse que ele havia espantado um cliente do mototaxista. Na sequência, Claudionor aplicou um tapa no rosto de Max.
O acusado relatou que a reação que teve após sofrer agressão foi sacar a arma que trazia e atirar contra Claudionor. Max disparou cinco vezes contra o mototaxista, que morreu na hora. Em seguida, populares acionaram policiais que estavam perto do local e detiveram Max.
O acusado foi conduzido para a Seccional de São Brás, onde prestou depoimento. Foi somente pela manhã que Max Ney começou a perceber o problema que estava envolvido. Ele primeiramente perguntou se a vítima havia morrido. Um dos investigadores respondeu: “Você deu cinco tiros no rapaz. O que tu esperavas? Ele está morto”. Claudionor era casado e era pai de três filhos.
Max depois perguntou para o mesmo policial se ia ficar muito tempo preso e soube que responderia pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma. Em seguida, baixou a cabeça, pensativo, ao descobrir que pode pegar de 12 a 30 anos de cadeia pelo crime de homicídio por motivo fútil. Max também é casado e pai de um menino. (Diário do Pará)
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