O delegado Benedito Vilhena da Silva deve continuar, nesta sexta-feira (14), a coleta de depoimentos de parentes e vizinhos do ex-inspetor da Polícia Rodoviária Federal, Altair Abreu Teixeira, encontrado morto na última quarta-feira no sítio onde morava, em Benevides, região Metropolitana de Belém. A polícia trabalha com duas hipóteses: a de latrocínio ou homicídio motivado por paixão.
Até agora já prestaram depoimento a companheira da vítima, os filhos dela, o porteiro do condomínio onde ele residia, o caseiro do sítio, além de pedreiros que trabalharam na construção da residência.Segundo o que já se apurou, o ex-inspetor da PRF foi assassinado com golpe na cabeça, na casa principal do sítio, e depois arrastado até a casa do caseiro, que fica nos fundos da propriedade.
Altair foi encontrado pela companheira e o caseiro. O corpo estava com as mãos e os pés amarrados e tinha o rosto coberto por uma fita adesiva. Os policias ficaram intrigados porquê os assassinos não levaram a arma que o policial guardava em casa. Roubaram apenas cartões de crédito e o cordão de ouro da vítima.
Já há, inclusive, suspeitos na mira dos policiais. “Não queremos acusar ninguém sem provas suficientes e nem prejudicar as investigações. Por causa disso ainda não divulgamos nomes”, disse o delegado. (Diário do Pará)
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